quarta-feira, 26 de novembro de 2014

LOJAS MAÇONS FUNDADAS EM CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO NAZIS
Em Mein Kampf, Hitler escreveu que a maçonaria "sucumbiu" aos judeus: "A paralisia pacifista geral do instinto nacional de auto-preservação começou pela Maçonaria é então foi transmitida às massas da sociedade pela imprensa judaica." Dentro do Reich, no entanto, a "ameaça" representada por maçons não foi considerada grave de meados dos anos 1930 em diante. O próprio Heydrich estabeleceu um museu da maçonaria, no qual Eichmann passou algum tempo no início de sua carreira, para o que ele considerava como um "culto desaparecido".

Da mesma forma, Hitler ficou satisfeito por emitir uma proclamação em 27 de abril de 1938, cujo terceiro ponto levantava restrições à adesão ao partido por ex-maçons, "desde que os requerentes não tenham servido em uma Loja como membro de alto grau." O Führer ainda mantinha a maçonaria dentro de sua visão conspiracionista, mas seus seguidores não foram perseguidos de forma sistemática como os judeus. Os maçons que eram enviados para campos de concentração como prisioneiros políticos eram forçados a usar um triângulo vermelho invertido.

O Museu Memorial do Holocausto afirma que é difícil estimar o número exato de vítimas "porque muitos dos maçons que foram presos também eram judeus e ou membros da oposição política, não se sabe quantos indivíduos foram colocados em campos de concentração nazistas e/ou foram perseguidos só porque eram maçons." A Grande Loja da Escócia, no entanto, estima que o número de maçons mortos fique entre 80 mil e 200 mil.


* LEIA ESTE
ARTIGO NA ÍNTEGRA: AQUI.

Nenhum comentário:

Postar um comentário